A Grande Divindade

CAPÍTULO XIII

A Grande Divindade


    “Eu que transformo e uno todas as coisas. Eu que faço do pequeno, uma imagem do grande. Da profundidade o espelho do céu. Eu que mesclo o céu e o inferno sobre a terra. Que elaboro todas as coisas no profundo oceano, fiz renascer tua estrela do abismo sob a forma de uma flor, para que possas escolhê-la e aspirar arrebatada por seus deliciosos perfumes.”
- Ritual Gnóstico de Eleusis

    Há Regiões onde existem os Arquétipos Divinos. Tais Arquétipos, se observados desde suas regiões, encontraremos seus rastros e por onde manifestaram por meio de sua similaridade em suas diferentes manifestações. A Trindade é um Arquétipo Divino, desde o Simbolismo, do nome, até suas cores, atributos e funções.

    Este Símbolo CLXV, se desdobra e se manifesta em muitas coisas que já foram ensinadas e assim ocorrerá naquelas que ainda serão, porque encontramos o Criador em meio a sua criação e tudo aquilo que provém de Deus, é de semelhança com Deus.
    “Disse-lhes Jesus: Se Deus fosse o Pai de vocês, vocês me amariam, pois eu vim de Deus e agora estou aqui. Eu não vim por mim mesmo, mas ele me enviou.
    Por que a minha linguagem não é clara para vocês? Porque são incapazes de ouvir o que eu digo.
    ‘Vocês pertencem ao pai de vocês, o diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.
    No entanto, vocês não creem em mim, porque lhes digo a verdade!
    Qual de vocês pode me acusar de algum pecado? Se estou falando a verdade, porque vocês não creem em mim?
    Aquele que pertence a Deus ouve o que Deus diz. Vocês não ouvem porque não pertencem a Deus’.”
    - João 8


    Vejam, os Maçons têm como Símbolo máximo de sua ordem um Esquadro e um Compasso. E qual a relação entre este símbolo e o Yin-Yang da filosofia chinesa? Se aplicarmos o Símbolo CLXV, encontramos a solução deste enigma.

    Falamos da Maçonaria, mas não estamos fazendo alusão as instituições Maçônicas físicas como conhecemos, senão aos Mistérios que de verdade se ocultam sobre véus, os quais os atuais Maçons lamentavelmente, em sua absoluta maioria, não são mais capazes de penetrar nos dias atuais.

Esquadro e Compasso



    A Maçonaria tem como símbolo maior o Esquadro e o Compasso com a letra G em seu centro. Bem sabemos que o Compasso Simboliza o Espírito e as coisas Divinas (1), o Esquadro representa a matéria e as coisas Humanas (0), já o 6 e o 9 representam a perfeição de equilíbrio entre a Matéria e o Espírito. O G de Gnosis, Gênesis, etc... é representado pelo 8. O G é representado pelo Oito, porque é por meio deste Conhecimento, por meio da vivência deste conhecimento interior que vamos avançando no caminho e nos fazendo perfeitos.

    Não sei hoje em dia se é ensinado desta forma na Maçonaria Tradicional e em seus ritos, fisicamente falando. Mas, na Maçonaria Esotérica dos Mundos Superiores (Astral, Mental, etc), o símbolo Maçônico é demonstrado de 3 formas distintas. Para os Aprendizes, o Esquadro fica totalmente à frente do Compasso, representando a busca pelas coisas divinas, mas, apesar disto, sua deficiência em vivenciar e integrar-se com o espírito. Cujo resultado é um caminho totalmente material, exatamente porque vivem nas teorias. Na prática não abandonaram seus vícios e maus costumes, nem se dão a tarefa de viver plenamente aqueles ensinamentos.

    Quando se tornam Companheiros, o Compasso toma a frente com suas duas pontas, deixando para trás o Esquadro, simbolizando que seus esforços o afastaram demais do mundo, e sua busca pelo Espírito acabou o desequilibrando por ainda não haver alcançado a Maestria. Compreendam que isto apesar de ser um desequilíbrio é um passo necessário para dar rompimento com certas características da vida do iniciado, sem isto, dificilmente ele se libertaria de costumes, manias, vícios e tantas coisas que anteriormente carregava; igualmente, neste trabalho, indica que está tentando vivenciar e praticar tudo o que aprendeu com todas as suas forças.

    Já o Compasso com o lado Direito por cima do Esquadro e o Esquadro com a parte Esquerda por cima do Compasso denota o equilíbrio do Grau de Mestre, pois aprendeu a viver entre estes dois mundos. A Própria entrada no Templo de acordo com os Graus Maçônicos tem íntima relação com o que aqui foi explicado.

    “Depois levantou as colunas no pórtico do templo; e levantando a coluna direita, pôs-lhe o nome de Jakin; e levantando a coluna esquerda, pôs-lhe o nome de Boaz.”
    - 1 Reis 7


    A Coluna Branca, Jakin fica à direita simbolizando a predominância do Espírito (Compasso sobre o Esquadro, no lado direito), e no lado esquerdo a Coluna Negra, Boaz, simbolizando a predominância da força negativa, da matéria (Esquadro sobre o compasso na esquerda). Ainda assim, essas duas forças quando em equilíbrio e devidamente postas, são as duas colunas do Templo, os dois grandes sustentáculos do Mistério.

    Algumas pessoas irão se assombrar que no Grau de Mestre não esteja o Compasso totalmente sobre o Esquadro, mas é que necessitamos da vida, uma vida sabiamente vivida e guiada por princípios espirituais, isto é a Grande Obra se fosse para uma pessoa viver apenas na Espiritualidade Divina e sem um Corpo Físico, não teria nascido. Então fica claro que a Maestria é obviamente, a Guiatura pelo Espírito, mas dando à matéria, às pessoas, às situações, seu justo argumento.

    Outro símbolo bastante antigo e muito conhecido que pode ser comprovado e até corrigido através da Fórmula que propomos é o Yin Yang, comumente representado pela luta entre o Tigre(Yang) e o Dragão(Yin). Não vamos aqui nos adentrar nos infinitos mistérios da senda do Tao (que é a própria senda Gnóstica), mas vamos nos aprofundar nos significados deste símbolo para poder encontrar os números sagrados através dele.

    Para alguns esoteristas o símbolo é explicado da seguinte forma: Yang é o poder criador associado ao sol, ao masculino, já Yin corresponde à terra, ao feminino; são duas forças complementares que compõe tudo que existe, permitem o equilíbrio e delas surge todo movimento e transformação e um dá origem ao outro. O Ponto Branco no Preto bem como o ponto Preto no Branco representam que toda vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente de seu oposto.

Yin Yang



    Yang o Tigre, é representado pelo número “6”, o Amor, a Alma. Yin o Dragão é representado pelo numeral “9”, o Sexo, o Eremita. O Número “8” se torna nitidamente visível se observarmos fixamente e com cuidado, sendo exatamente este enlace e movimento do símbolo no sentido horário; já o número “0” é representado pela totalidade circular do símbolo e o “1” a separação divisória entre o Yin e Yang.

    Temos que compreender que existem Mistérios que são limitados a um período de tempo, mistérios que só são válidos em determinados momentos da humanidade ou épocas como de descenso à matéria ou o ascenso ao espírito, e Mistérios que pode-se dizer que são mistérios de Base, estes sempre são válidos.


    Outro símbolo que é de maneira muito simples verificada pelo CLXV, é o Caduceu de Mercúrio.

    O Caduceu de Mercúrio é simbolizado por um Bastão ou Cetro, onde duas serpentes se enroscam entre si e ao redor deste até o topo.

Caduceu de Mercúrio



    Neste símbolo, o “0” representa a Base ou a origem, o apoio, a terra, também os órgãos sexuais, a força negativa.

    O “8” simboliza o Cajado em si, o canal central da medula espinhal da coluna, a força neutra.

    O “1” representa a esfera superior do cajado, a cabeça, a força positiva, etc.

    O “6” e o “9” podemos afirmar que representam as duas serpentes, uma positiva e uma negativa, por isso o sentido invertido do “6” e do “9”. Também, estes dois números representam as Asas do Espírito que se abrem quando a energia central ascende até a altura do coração (5 e 2, se levarmos em conta o símbolo completo).

    No caso o “6”, assim como o “9”, eles são formados por duas formas básicas, um círculo e um traço, o Traço simboliza o “1”, o Círculo representa o “0”, em outras palavras, as forças positiva e negativa. O Seis e o Nove são este enlace e esta relação entre as forças positivas e negativas, “1” e “0”.

    Alguns dirão que o Caduceu de Mercúrio tem três voltas e meia e basta observar os círculos do “0” e do “8” mais a linha (1) que além das três voltas, simboliza a meia volta final.


    Ainda, outro aspecto que podemos asseverar é que um Iniciado que levante a serpente de fogo até a primeira câmara do corpo físico é, pois, um iniciado de Primeiro Grau.

    O que levante a serpente de fogo até a quinta vértebra deste mesmo veículo é pois um iniciado de Quinto Grau.

    Quem tenha concluído as 33 iniciações do veículo físico é pois, um iniciado de 33º grau.

    Aqueles que não ascenderam a serpente nem uma câmara da coluna, para os Mestres dos Mundos Superiores, é um profano, uma pessoa qualquer, indiferente do que o mundo pense ou afirme a respeito deste.

    No mundo físico há muitas pessoas que comandam, guiam, grupos, ordens, podem no mundo tridimensional ser muito veneradas e adoradas, mas para a Realidade Espiritual, somente vale o ascenso do fogo dentro deste indivíduo. Se não subiu nenhum grau, é um simples profano como qualquer outra pessoa que ande pelas ruas.

    Temos de compreender que nenhum grau conferido no mundo físico equivale a estes graus internos, isto é, sempre foi e sempre será medido pela ascensão do fogo.

    Então, seguindo este calculo bastante óbvio, sendo 33 câmaras para cada corpo, desde o cóccix até o Trono do Íntimo no cérebro, e tendo o indivíduo de repetir isto para seus cinco corpos até atingir a Maestria, este iniciado será de 165º Grau, ao finalizar os processos de Quinta Iniciação de Mistérios Maiores.

    Por isto, com tanta razão afirmamos que o Símbolo CLXV (16890) é um símbolo relativo a conclusão desta primeira etapa da Grande Obra, e da Maestria.

    Quando terminamos de Cristificar o Corpo da Vontade adquirimos a verdadeira Maestria.

    Se somarmos estes 33 Graus de cada um destes cinco corpos, teremos 165, CLXV (33x5 = 165).

    Outro importante cálculo que também resulta 165 é a multiplicação do 11 e do 15.

    Para que cheguemos à Maestria, dependemos, antes de tudo, de duas forças, dois princípios que na verdade são o mesmo, só que desdobrado.

    O 11, dentre outras coisas, é o número da Divina Mãe, desta potência elétrica sexual que é capaz de nos conferir o dom da compreensão, e, também, de eliminar totalmente qualquer defeito que tenhamos. Igualmente, o 11 sendo a Mãe, é esta serpente transcendente que faz esta jornada desde o Cóccix até a Cabeça de cada um dos corpos. É o mesmo Espírito Santo, projetado dentro de cada criatura, indiferente do nome que queiramos atribuir a este princípio.

    O 15, dentre outros simbolismos é o número do Diabo, de Lúcifer, que é a mesma potência sexual, mas em um estágio e em uma região superior. Recordemos mais uma vez que o drama crístico, o processo de Cristificação que passa o Cristo, o chamamos “A Paixão de Cristo”, que é representado por este 15.

    Ao Diabo em seu aspecto superior, Lúcifer, é a quem cabe pôr-nos a tentação, criar as difíceis circunstâncias na vida as quais temos de enfrentar.

    Assim que esta simbiose entre as situações que nos cria Lúcifer, com esta terrível didática da tentação, e da Mãe Divina gerando a compreensão e a potência para eliminar o Diabo em seu aspecto inferior, o Egoísmo, os Defeitos, caminhamos firmemente rumo à nossa redenção.

    O próprio encarne da Alma, o surgimento do Cristo, é um resultado desta simbiose, deste trabalho do 11 e do 15 cujo resultado é 165, a Maestria.


    Tudo quanto existe pode ser compreendido e explicado por meio do Mistério CLXV. Um Exemplo muito claro que podemos dar disto, são os Mistérios referentes à Existência Humana. Podemos usar este mesmo Mistério para falar da Criação dos Mundos, para falar da Gravitação Universal, realmente de qualquer coisa que fosse nosso objetivo compreender nestes momentos, mas vamos observar a Existência, no estágio Humano.

    A Existência (8) por si só, tem duas polaridades, duas naturezas opostas que são a Vida (1) e a Morte (0), A Vida é um tipo de existência Positiva, a Morte é um tipo de existência Negativa.

    Nada realmente deixa de existir, há o que vive e há o que não vive, ainda assim a própria morte é um outro tipo de vida.

    Toda Existência (8) é caracterizada por estes dois extremos, Vida (1), e Morte (0), como é natural, e bem sabemos, é necessário uma Força que conduza o Estado Negativo ao Positivo e o Positivo ao Negativo.

    O que liga a Morte (0) e a Vida (1), é o Nascimento (6), o que conduz da Vida (1) à Morte (0), é o Desencarne (9).

    Ou, em outras palavras, o Nascimento (6) é o Encarne de uma Alma que estava Morta, e o Desencarne (9) é a saída de uma Alma de um Corpo Físico para que cesse a vida.

    Assim, temos o Ciclo Existencial (8) de Vida (1) e Morte (0), interligados pelo Nascimento (6) e o Desencarne (9).

    Esta é a roda que gira 108 vezes para cada ciclo humano.

    É claro que a Existência não é apenas um ciclo de Nascimentos e Desencarnes, existem outras possibilidades mais além deste próprio ciclo que acabam sendo compreendidas e explicadas com a observação do Símbolo Completo (MDCLXV).

    Na Vida (1), temos a possibilidade de trilhar algo mais além do que a mera existência Humana, que é ascender esta escada Mística que conduz da Matéria ao Espírito, do Humano ao Divino. Este Caminho Espiritual, representado pelo “7” acima do “1”, é o escape dos ciclos evolutivos e involutivos que nos impõe a vida.

    O próprio Sentido da Vida é explicado por este “7”, o qual é a Grane Obra, é o Caminho Espiritual o qual podemos realizá-lo se assim nos convida o Espírito Divino e se realmente assim nos propomos, se verdadeiramente nos dispomos a tal feito.

    Já dissemos que o Nascimento é simbolizado pelo “6”, e a Morte simbolizada pelo “9”.

    O “6” é na verdade a Vinda de uma Alma para a Terra, no entanto, há um segundo processo o qual é representado pelo “5”, ao lado esquerdo deste Seis, que é o Advento Espiritual, quando o Íntimo toma posse, integra-se, encarna-se, por meio da Alma, em um Corpo Humano. É um Segundo Nascimento tal Advento.

    Claro que há muito mais na vida que estes simples fatos, mesmo mais além do Íntimo encarna-se, há trabalhos que este realiza e outras forças que devem ser encarnadas, e aí, que encontramos o mistério do “11”, do “15”, e do “11”, enquanto soma do “5” e do “6”, do “8” e “7”, e do “9” e “2”.

    Há mortos que estão vivos, e há vivos que estão mortos. Não há frase melhor para explicar a fração “2” ao lado do “9” neste sentido que estamos explicando tal Mistério. O “9” simboliza o processo transitório entre a Vida e a Morte quando a Alma deixa o corpo e este cessa suas funções vitais. Neste exemplo relacionado à existência, o “2” representa a formação do chamado Quaternário. Quando ainda Vivo, alguém morre, e segue a viver.

    Isto significa que ainda que seu Íntimo desligue-se totalmente da Alma Humana e até mesmo que boa parte desta Alma se retire do corpo, uma pequena fração de si mesmo continua a existir e a pessoa não passa propriamente pelo “9” (a Morte), ainda assim morre.

    Similar ao que ocorre nisto do Segundo Nascimento, afinal já se está vivo, mas, ainda assim, uma segunda força superior (o Íntimo, a Divindade Particular de cada um) passa a manifestar-se por meio daquele primeiro que veio preparar-se.

    Após o Desencarne (9), quando enfrentamos a Morte (0), existem três caminhos possíveis, Nascer novamente (6), ir ao Paraíso (3), ou ir ao Abismo (4).

    Após a morte passamos por um Julgamento de nossas ações, o qual seu profundo significado também é explicado com o próprio Símbolo CLXV, como já foi feito oportunamente em outro momento.

    Este Julgamento tem três possíveis resultados, A Balança a Favor (3), a Balança Neutra (3+4), a Balança Contra (4).

    Isto, claro, é o resultado final do que foi nossa vida e do que realizamos ao longo da mesma.

    Se ao fim o resultado foi negativo, vamos ao Abismo. Abismo este que tanto pode se referir a Castigos temporários como à própria involução. No caso da involução, seja porque cometeu-se crimes demasiados graves, ou porque o seu período de existências no reino humano terminou.

    Se o resultado final foi positivo, tem-se a possibilidade da Alma ser conduzida temporariamente ou definitivamente ao Paraíso, seja pelo resultado parcial da Grande Obra (Trabalho Espiritual) ou mesmo pelo seu merecimento, ainda que temporário de penetrar em tais regiões e obter seu merecido descanso e a adequada instrução e alimento espiritual.

    Falando da Morte (0), não podemos nos esquecer deste terceiro Sete submergido (3+4), o qual certamente está relacionado àquele terrível e temível processo no qual o Cristo passa por aquela provação final antes de sua Ressurreição e tem de vencer a própria Morte e liberar-se do próprio Céu e do Abismo para ascender livre à regiões Invisíveis e Incompreendidas, ainda mais Divinas e Superiores.

    Assim, vemos que há uma chave para cada porta de cada Mistério e há uma Chave que equivale à todas as chaves.

    Este é o Símbolo de toda a palavra que Ele pronunciara e a chave para entender o mistério de toda a Sabedoria Universal.


    Se observarmos tudo que foi dito até aqui, vamos encontrar o CLXV como sendo a Existência, como sendo as Leis, como sendo o Julgamento, o Juiz, os Caminhos, tudo. Isto porque é Deus e tudo que provém dele.

    Nada poderia movimentar o mundo senão a própria engrenagem que se conecta consigo mesma em diferentes formatos e locais.

    Por isto, que por detrás das aparências tudo é o mesmo, em diferentes tamanhos e formas, mas que se conectam por conta de sua intrínseca natureza superior.


    Na Kabbalah geralmente se fala de dez sefiras, os chamados dez sefirótes.

    No entanto, se a estas dez regiões existentes adicionamos as três forças superiores (Ain, Ain Soph e Ain Soph Aur), bem como contamos a oculta região de Daath, bem como, por fim, levamos em conta a região de Kliphos, encontramos o total de 15 sefiras, que, em outras palavras, são quinze potências ou esferas.

    Não estamos nos opondo ao ensinamento como é dado comumente, apenas afirmamos que em um sentido completo, encontramos quinze regiões ou forças.

Quinze Sephirotes